
Depois de um tenebroso inverno, Vingadores: Era de Ultron finalmente estreou nos cinemas e o filme é espetacular é vale a pena ver de novo por muitas vezes.
O diretor Joss Whedon mostra que é um gênio, já que conseguiu começar o filme com o grupo de heróis indo atrás do cetro de Loki em Sodovia, já que está nas mãos do Barão Von Strucker(a turma também acaba conhecendo os irmãos Maximoff, Mércurio e Feiticeira Escarlate), para encerrar a missão do primeiro filme ainda, onde conseguem realizar tal feito. Depois, Tony Stark dá uma festa na Torre dos Vingadores, em Nova York, festejando a conquista e aí aparece Ultron, criado pelo próprio Stark, a fim de promover um programa de paz para futuras ameaças, principalmente do espaço, já que o Homem de Ferro acredita que os heróis mais poderosos da terra irão ter uma hora que não seriam capazes de proteger o seu planeta.
No entanto, como todos já previam, a experiência de Stark falhou e os Vingadores começam uma busca pela inteligência artificial, que tem como plano exterminar a raça humana.
Em primeiro mão, Feiticeira Escarlate e Mercúrio são aliados de Ultron, mas depois que a Feiticeira descobriu que o robô queria matar todos os seres humanos, os irmãos se rebelaram e se juntaram aos Vingadores.
E o personagem de Andy Serkis realmente fez Ullyses Claw, principal vilão do Pantera Negra e o filme já deu uma brecha para o longa solo do herói de Wakanda, já que Claw perdeu o seu braço, no qual deverá se tornar mais tarde o Garra Sônica.
Bom, a pergunta é: Vingadores: Era de Ultron deixou pistas para a fase 3 da Marvel?
Deixou e muito. Mesmo com a trama do filme girando na ameaça de Ultron, Whedon conseguiu colocar peças chaves para o futuro do Universo Marvel, mesmo não colocando cenas pós créditos.
Gavião Arqueiro e o Homem de Ferro acabam dando um tempo na vida de heróis. Com isso, o Capitão América passou a organizar uma nova equipe dos Vingadores, que tem Máquina de Combate, Falcão, Feiticeira Escarlate e Visão, dando indícios para o que deve vim em Capitão América: Guerra Cívil e Os Vingadores: Guerra Infinita.
No filme, Tony Stark e Steve Rogers tiveram mais algumas discussões, já que são pessoas com pensamentos diferentes, mas no final, pareciam ter se entendido.
Já Thor, descobre que alguém está meio que usando eles como peças de xadrez, em busca de algo valioso, que são as Joias do Infinito, que podem causar uma destruição no planeta inteiro.
O Deus do Trovão volta a Asgard, para descobrir mais sobre esses elementos, além de tentá-los encontrar, dando brecha para Thor: Ragnarok.
O Hulk acaba tendo uma relação com a Viúva Negra, mas no final acaba se deslocando para um Wipjet(espaço de jato), sem destino. Será que teremos um filme solo do Golias Verde? Deverá ser um a brecha para Planeta Hulk?
Não tivemos cenas pós créditos, mas Whedon deixa uma brecha na cena entre créditos, no qual aparece Thanos, com a voz de Josh Brolin, pegando a Manopla do Infinito, meio que dizendo: "Terei que resolver isso", dando outra pista para Os Vingadores: Guerra Infinita.
O filme é muito bom e a Marvel continua nessa toada ótima, que só tem a encantar os fãs de quadrinhos.
Nota do filme: 10
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